
É o pai do Alonzo e marido da Dê.
Sincero, ético, prefere acreditar na verdade das coisas, gosta de verde (a cor e a natureza), é músico por um desejo da vida, budista teórico (e secreto), jediista convicto. É analista de sistemas, coisas e pessoas (se bem que anda analisando mais coisas e pessoas do que sistemas), toca bateria, prefere o salgado ao doce, vinho é um santo remédio na dose certa, não fuma, não gosta de novela, gosta muito de blues e jazz, gosta muito de punk e skate rock, acredita cegamente que skate é um meio de transporte e, sobretudo, diversão, anda menos com ele do que queria. Gostaria de trabalhar (profissionalmente com software livre) e pensa ecológicamente sempre que possível!
Foi frequentador assíduo da Garagem Hermética e gosta de ouvir Júpiter Maçã. Já tocou com o Émerson Wildner, o Éder e o Tiago no Musical Cucamonga e foi baterista da Jeannie Magic Blues.
Agora está procurando um lugar melhor para gastar mais de 12 horas do seu dia, mas não vai puxar o saco de ninguém e acha muito feio esse tipo de comportamento para conseguir as coisas.
E aí Rafitcha!
Sem querer acabei caíndo no teu blog…Hehehehe…Que mundo pequeno, heim?
Estava pesquisando no Google sobre “Doces Maquiné”, e um dos primeiros resultados apontaram para o teu Blog!Quem pode, pode!
Um abraço da eterna GERENTTTEEEE e aluna dorminhoca,
Michele:))
E aí Rafa, tudo na boa??
Tocando muito blues ainda??
Grande abraço!
James