Energia limpa? Fala sério…

Novamente o mundo está preocupado com a energia nuclear após o acidente ocorrido no Japão. Analisando a quantidade de reatores nucleares distribuídos pela Europa e EUA, o mundo deveria realmente estar em pânico!

Pensem bem:

Pegamos um elemento químico perigoso, por exemplo, o urânio e quebramos o núcleo atômico desse elemento. Chamamos isso de fissão nuclear. O resultado é energia, radiação e mais dois elementos químicos, normalmente tão perigosos quanto o urânio, por exemplo, o Bário.

Esse tal de Urânio pode ser um dos “combustíveis” das usinas nucleares e deve ser controlado, pois uma vez iniciado o processo de fissão, o mesmo parece ser mais instável que o pior dos indivíduos que sofrem de transtorno bipolar do humor! A energia liberada pela fissão de um núcleo atinge os demais núcleos vizinhos e o processo de liberação de energia se transforma em calor.

Se o calor for demasiado o núcleo do reator – onde ocorre a fissão – pode vir a derreter, o que causa o colapso do reator. Para que isso não ocorra, o reator deve ser constantemente refrigerado e o vapor liberado pela refrigeração é utilizado para mover as turbinas que geram eletricidade.

Isso nos traz de volta à revolução industrial, ocorrida em meados do século XVIII, justamente quando as máquinas a vapor passaram a substituir os homens nas empresas. Oras, produzimos vapor no século XVIII sem usinas nucleares. Afinal, por que precisamos utilizar um processo tão perigoso para produzir vapor?

Mas ela é mais limpa! A onda do “ecologicamente correto” trouxe as usinas nucleares à tona, pois o resíduo emitido em situações normais de operação é menor que uma termoelétrica, por exemplo. Certo, mas e quando as coisas dão errado? Usinas termoelétricas, se não alimentadas, somente não geram energia. Hidroelétricas, caso tenham que fechar as comportas dos geradores, somente não geram energia (entendendo-se que obviamente os reservatórios não transbordem ou as barragens não se rompam).

Mas parece claro que o custo de apenas 1 acidente em usina nuclear é suficientemente alto para mostrar que não há nada de “limpo” ou “verde” nessa iniciativa.

Penso que possamos aproveitar a capacidade de gerar metano a partir de dos nossos gigantescos lixões! Ou ainda explorar mais a energia solar e eólica. Uma combinação de vários processos que podem trazer muito mais benefício que um único acidente nuclear é capaz de provocar.

Por mim, que se fechem as Angras dos Reis… o que me lembra do nosso poeta morto, Renato Russo…


"Vamos brincar perto da usina
Deixa pra lá, a angra é dos reis
Porque se explicar se não existe perigo?"

Se você quiser saber mais, tem um link sério: Nuclear meltdown

UPDATE a tempo: o Nagano, do Ztop.Zumo encontrou uma bela animação para que as crianças japonesas possam entender o problema, mas acho que serve também para os adultos!

Novo Hamburgo, minha cidade, meu lar…

Não… Não venham todos… não venham ver como ficou o meu lugar, as praças só são verde de mato e – floridas – não esse lugar não há (em menção à canção de Délcio Tavares, que tornou-se o Hino de Novo Hamburgo).

Sempre fui apartidário. Optei por ser assim. Nas eleições – sempre que possível – escolhi propostas e não partidos ou pessoas.

Mas tenho que ser realista ao dizer que na última eleição eu errei. Sei que o voto é secreto, mas não tenho medo de dizer que errei. Escolhi e fui infeliz. Mas mais do que votar, importante mesmo é lembrar e corrigir o erro.

Assim, aproveito para postar o link do vereador Raul Cassel, retratando o abandono da nossa cidade.

Steve Jobs, Apple…

E serei sincero ao dizer que não me surpreenderia se Eric Schmidt fosse indicado para CEO da Apple.

Obrigado Nokia! Até um dia…

E fez-se a escuridão!

Não podia ser algo tão bom assim ter um ex-executivo da Microsoft no seu controle e então, depois de algum tempo, a verdade aparece sob a escuridão de uma parceria entre a Nokia e a Microsoft.

Que a Nokia não vinha muito “bem das pernas” no quesito mercado é fácil de enterder, mas quando a melhor fabricante de hardware celular (no meu entendimento) joga a toalha e não toma nenhuma ação própria é triste.

Eu lembro do tempo dos primeiros celulares digitais e o milagre da duração da bateria, quando comparava meu celular Nokia com seu maior concorrente naqueles tempos, a Motorola.

Pois a Motorola persiste, agora com modelos bem bacanas movidos pelo robozinho verde do Google (Android) e a Nokia se deixa levar por uma parceria que, no meu entendimento, empobrece seu passado de glórias.

Até um dia, Nokia! :-(

Por que não aprendemos?

Simples: nos faltam mestres! Dos bons, claro!

Este não é o doutor Emmett Brown (De Volta Para O Futuro), apesar de sua fisionomia ser muito semelhante.

Apresento-lhes o Sr. Walter Lewin, professor de física no MIT.

Assim nós deveríamos aprender!

Einstein quote: o mestre da relatividade estava certo.

“Everything that can be counted does not necessarily count; everything that counts cannot necessarily be counted.”
(Albert Einstein)

Para pensar em tempos de automatização extrema, sistemas de recompensa, medição de desempenho e todas essas traquitanas para condicionar as pessoas a serem (ainda mais) produtivas.

Resolução de ano novo

A primeira resolução que tomei foi a de NÃO FAZER RESOLUÇÕES DE ANO NOVO! Foi de longe a mais acertada. Resolvi apenas curtir a passagem de ano com a família, dentro de uma certa tranquilidade.

Programei meu ano novo sem muito caos, para que tudo fosse tranquilo e longe das atividades de trabalho. No dia primeiro eu iria fazer nosso almoço, sem o tradicional prato de festas, o JATEVI ou o SOS (Sobras de Ontem Sortidas).

Até que minha feliz paz foi interrompida exatamente nas primeiras 12 horas e 45 minutos do ano. Sabe para que? Para responder assuntos relacionados a trabalho, computador, internet, 3G e essas coisas que eu não queria ver no meu primeiro dia do ano. Parabéns Carlos, você conseguiu e meu arroz ficou sem sal.

Então, depois de pensar nisso por alguns dias, no tradicional post da quinta-feira, tomei a decisão de fazer UMA resolução de ano novo:

EU NÃO SEREI MAIS INTERROMPIDO POR QUEM QUER QUE SEJA, EM QUALQUER MEIO DE COMUNICAÇÃO, PRINCIPALMENTE O TELEFONE – CELULAR OU NÃO – PARA QUALQUER COISA QUE SEJA, NOS MEUS PEQUENOS MOMENTOS MÁGICOS DE SONO, REFEIÇÕES OU BANHEIRO

Feliz ano novo!

O tradicional post da quinta-feira, para final de ano na firma

Feliz Natal

Como não sou a melhor pessoa do mundo para mensagens, tudo que tenho feito é “ser papai noel” uma vez por ano para o deleite das crianças – pequenas e grandes – da família. Mas felizmente, no caminho da vida, encontramos pessoas que podem fazer fazer as coisas melhor do que a gente e reconheço que neste momento a melhor pessoa para mostrar o atual espírito de Natal é o Victor, um cara que encontramos por um desses caminhos tortuosos lá pela década de 90, do século passado. O Victor é um desses caras que até perde o amigo, mas não perde a piada!

Ao Victor e sua pequena família, meus sinceros votos de saúde e paz para o novo ano que se aproxima, que estendo a todos os demais!

Equipes de alto desempenho

Para tempos em que palestras motivacionais são vendidas e compradas a preço de ouro, com a intenção de mudar a cultura de algumas organizações, gostaria de deixar minha contribuição para mostrar como trabalham as verdadeiras equipes de alto desempenho. Aqui se separam os homens dos meninos da gestão!

Volvo Ocean Race, 2011-12, outono, Alicante, Espanha.