12 de Março de 2010

De boa intenção o inferno tá cheio!

Arquivado sob: Gestão, Filosofia — Rafael @ 13:49

As organizações que são geridas pelo tempo - quero dizer - por um mandato presidencial ou algo do gênero, possuem uma pressa terrível em aprovar seus governantes. Em poucos anos toda a capacidade criativa é posta à prova e deve - obrigatoriamente - gerar retorno.

Contudo, assistindo à palestra do Bertrand Piccard para o TED, um questionamento feito por um meteorologista ao experiente piloto Piccard chamou minha atenção.

Eles estavam discutindo sobre a altitude e rota de um balão e Piccard, um experiente piloto, fez uma afirmação sobre a altitude e velocidade para alcançar o destino, dizendo que a uma alta altitude eles voariam com o dobro da velocidade. Prontamente o meteorologista ordenou que tomassem o outro plano, de voar mais devagar e a baixa altitude, pois pelo plano de Piccard, logo eles estariam fora de rota e questionou a Piccard:

“O que você realmente quer? Ir muito rápido na direção errada ou devagar na direção certa?”

Não seria a hora de parar para questionar toda a energia gasta de forma realmente despropositada nas nossas organizações?

11 de Fevereiro de 2010

Por que os fast foods falham: novidades

Arquivado sob: Gestão — Rafael @ 22:00

Para aqueles que já leram os outros artigos, um alerta: o Mr. Papoo quebrou! Não, não é uma novidade, mas um fato: quem não tem competência não sobrevive, mesmo se os concorrentes forem ainda piores!

Mas os fatos de hoje: pedi um pratinho tosco de cubos de frango à milanesa no “Mad Dog” do shopping Praia de Belas (POA/RS) e fui muito mal atendido. Para começar, o refrigerante estava quente, isso num calor de 30 graus! O kit de mesa foi colocado somente com uma colher! Puxa, já faz tempo que parei de utilizar colher para almoçar, além de me perguntar como eu poderia cortar um frango ou “garfar” uma batatinha frita!

Por fim, a demora. DESISTI, tomei meu refrigerante quente e fui pegar meus trocados de volta. O gerente, contrariado, ainda tentou me persuadir a almoçar. A moça do caixa murmurou baixinho algo do tipo “hoje as coisas não estão funcionando…” e o gerente tentou se explicar colocando a culpa no fato de que estava com “muita gente nova”.

Por favor, para novos funcionários existe o que chamamos de treinamento! Não, não há desculpas!

E não se esqueçam: os melhores dos piores também quebram!

Ah, a minha colher…

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Quase ia esquecendo… o copinho da foto, que parece ter sido um Sundae em outros tempos, não era meu. Infelizmente o serviço de limpeza das mesas da praça de alimentação do shopping Praia de Belas (POA/RS) parece não funcionar com uma certa frequência. :(

10 de Janeiro de 2010

É tempo de férias!

Arquivado sob: Gestão, Filosofia — Rafael @ 15:19

Então, depois de passar um ano esperando, novamente as férias! De 11.01 a 30.01 estarei de férias.

E férias é tempo de - como dizem - “recarregar as baterias”! NÃO! Não é… quem recarrega bateria é celular. Infelizmente férias é tempo de deixar os problemas para depois. Durante as férias os problemas não desaparecem milagrosamente e - conforme conversava com meu Coordenador - eles pode reaparecer nos teus primeiros dez minutos de volta ao trabalho!

Então, apenas tente os esquecer! Eles estarão lá, te esperando felizes e contentes, quando voltares! :D

Carpe diem!

9 de Dezembro de 2009

Você é feliz no seu trabalho?

Arquivado sob: Gestão — Rafael @ 14:53

Arbejdsglæde, em dinamarquês, significa algo como felicidade no trabalho. Lendo o livro “Happy hour is 9 to 5″, de Alexander Kjerulf, fiquei ainda mais desanimado. Logo no início, depois de ver a seguinte tabela, desisti de ler o restante do livro.

A última frase dizia (em tradução livre daqui para a frente): “Felicidade no trabalho é aquele sentimento que você sente quando:” e então a tabela do mal aparece.

  • Realmente gosta do que faz.
  • Faz realmente um bom trabalho pelo qual pode se orgulhar.
  • Trabalha com pessoas fantásticas.
  • Quando você sabe que o que faz é importante.
  • É apreciado pelo seu trabalho.
  • Recebe responsabilidades.
  • Se diverte no trabalho.
  • Aprende e cresce.
  • Faz a diferença.
  • Sente-se motivado e energizado.
  • Se sente excitado com o que faz.

Dependendo de onde você trabalha essa é uma missão praticamente impossível, pois um fato pouco comentado sobre tudo isso é que você não trabalha sozinho! Portanto, sua felicidade depende não somente de você, mas de seus colegas e superiores.

Ficou ainda mais complicado!

25 de Novembro de 2009

Transparência nas organizações

Arquivado sob: Gestão — Rafael @ 13:06

Algumas organizações possuem um processo de gestão tão transparente que chega a ser opaco: não se pode ver nada.

No meu entender, só há uma palavra que define esse tipo de gestão que se diz ser transparente, mas não o é: medo!

24 de Outubro de 2009

A Arte de Resolver Problemas

Arquivado sob: Gestão — Rafael @ 23:33

Quantas vezes você se deparou com problemas difíceis de resolver? Quantas soluções não funcionaram? Quantas soluções simplesmente criaram novos problemas?

Pois a partir de agora…. OS SEUS PROBLEMAS ACABARAM!!!

21 de Outubro de 2009

Steve Jobs está certo

Arquivado sob: Gestão, Filosofia — Rafael @ 07:41

Ele acorda pela manhã e pergunta para o espelho: “Se hoje fosse o último dia da sua vida, você faria o que está prestes a fazer?”

Se a resposta “Não!” aparecer muitos dias seguidos está na hora de mudar.

Quando as coisas não parecem justas ou certas e o “Não” prevalesce por longos dias, então parece que estamos bastante atrasados! Significa que o local onde você trabalha já não compartilha mais seus interesses e seus valores.

28 de Setembro de 2009

A palavra é: iniciativa

Arquivado sob: Gestão — Rafael @ 08:45

O que diferencia as pessoas é a iniciativa.

Não somos tão diferentes assim. Alguns tem maior facilidade para as artes, outros para as ciências, mas no fundo todos podem aprender. O que nos diferencia é a capacidade que algumas pessoas possuem de correr atrás das soluções por conta própria, ou seja, pela iniciativa.

Mas há quem prefira ficar sentado, reclamando das soluções dos outros, sem mexer uma palha. Para esses a palavra é: paciência!

17 de Junho de 2009

Doces Maquiné na serra não funciona

Arquivado sob: Gestão — Rafael @ 14:24

Em um belo sábado de sol, passando pelo Shopping Portal da Serra, nas imediações de Ivoti/Dois Irmãos, resolvi parar nos Doces Maquiné, filial (franquia ou seja lá o que for) da tradicional Doces Maquiné de Osório/RS.

Em Osório tudo parece funcionar. Os atendentes são esforçados e mesmo nos dias de maior movimento de ida ou volta às praias do Litoral Norte a coisa anda. Normalmente o atendimento é bastante rápido e saio satisfeito com o sabor dos pastéis e tradicionais torradas de pão caseiro.

Contudo, a loja do Portal da Serra não reserva os mesmos benefícios. Os atendentes estão literalmente com a “cara amarrada”, não demonstram vontade, muitas mesas estão sujas, assim como as cadeirinhas para crianças, isso sem contar no estado de conservação de uma das duas cadeirinhas que jazem perto do balcão.

Pois nesse final de semana, após essa ter sido a minha única volta depois de passar uma semana me recuperando de uma infecção respiratoria, foi decepcionante ter que pegar novamente a cadeirinha para crianças suja e aguardar o atendimento. NÃo… não resolvi aguardar. Virei as coisas, peguei a família e fui embora sem ser atendindo após 10 minutos sentado aguardando ao menos uma limpeza de mesa.

E as atendentes passavam ao redor e nem olhavam… uma pena Doces Maquiné, mas na serra, por conta desse tão despreparado atendimento, não voltarei tão cedo.

10 de Junho de 2009

Geração Y, os três Rs e os três Cs

Arquivado sob: Gestão — Rafael @ 19:10

Depois de ser forçado a dar um tempo nas minhas atividades profissionais em razão de uma severa infecção respiratória, destinei meu tempo a ler uma das revistas que respeito - a HSM Management - especialmente sobre a geração Y e os conflitos com as gerações anteriores.

Pois não é que descobri que sou um “geração X” com traços de “geração Y”? Funciona assim: sou profundamente desmotivado pela minha atividade profissional atual, por uma série de motivos e acabei descobrindo na edição de maio-junho/2009, especialmente no artigo “Decifrando os códigos” da página 78 da revista HSM, os meus “traços de geração Y’ e o elo perdido que une basicamente todas as gerações.

Segue então a transcrição do texto da página 81:

Eis aqui os três Rs e os três Cs que igualam todas as gerações. AS PESSOAS QUEREM SER:

Respeitadas: Desejam um trabalho interessante e significativo e a oportunidade de crescer em ambientes agradáveis; ter certa flexibilidade de horários e controle da própria vida; sentir que outros confiam nelas e confiar elas mesmas em seus líderes; ser leais e receber lealdade em troca.

Reconhecidas por todas as suas conquistas, monetárias ou não.

Relembradas por terem feito a diferença e associadas a empresas preocupadas com seus funcionários e sua comunidade.

Capacitadas, em vez de julgadas por seus erros.

Consultadas sobre as ações que poderiam afetá-las.

Conectadas a seu empregador e sua missão, sentindo que são parte significativa do todos.

Tenho que ser bastante sincero em dizer que hoje não são essas afirmações acima que eu sinto.

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