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Steve Jobs

Não fui o primeiro e não serei o último a falar sobre Steve Jobs. No meu post anterior sobre esse sujeito, entitulado O rapaz de Cupertino consegue novamente…, falei de algumas de suas façanhas na face da terra e agora, quando parte para sua mais nova viagem, ao meu ver, ele consegue mais uma vez!

Entre vários empresários que o mundo já pode ver, não me recordo de nenhum outro que tenha feito tanto em tão pouco tempo e tenha sido reconhecido por todos após sua passagem, naturalmente por seus companheiros de trabalho, passando pelos clientes fiéis, que consideram seus produtos quase que uma religião, líderes e estadistas mundiais, fornecedores e concorrentes.

Steve, com seu gênio difícil e fama de sujeito mau, conseguiu conquistar a todos, se não por sua tecnologia visionária e seus produtos, talvez pela simplicidade das mensagens dos filmes criados pela Pixar, a empresa que revolucionou o mercado de animação.

Pensar em Steve é relembrar não somente seus acertos, mas também seus erros, pois parte deles me parece ter sido tão somente a visão muito além do que a tecnologia poderia oferecer ou quem sabe, nossos olhos poderiam acreditar.

Steve criou o primeiro “cubo” na NeXT, a empresa que fundou após a sua demissão da Apple. Como afirmou ele, “a melhor coisa que poderia ter acontecido”… Talvez você não tenha conhecido a NeXT, mas basta saber que um computador NeXTcube – com seu sistema operacional completo para redes chamado NeXTSTEP – viria a ser utilizado por Tim Berners-Lee para o desenvolvimento do primeiro servidor WWW (World Wide Web). Logo, se Bernres-Lee é considerado o pai da internet, talvez Steve fosse o pai biológico dela.

Perdemos o visionário, ganhamos um mito e a impermanência, no final das contas é o que vale. Tudo começa e tudo acaba. Nós, invariavelmente, sozinhos.

O Pai Bacana!

É com orgulho que divulgo a criação de um novo filho: o Pai Bacana!

O objetivo do Pai Bacana é aproximar pais e filhos através de experiências e brincadeiras, estimulando a criatividade e melhorando a qualidade dos relacionamentos.

Visite o Pai Bacana!

Deixe a Terra em Paz!

Mais uma dos irmãos Redson (Cólera, a primeira e sempre ativa banda punk do Brasil) que continua sempre atual:

“Tratores derrubando a Amazônia
Camada de Ozônio, ferida sangrando
Matança, egoísmo em massa
É uma emergência!!!
É uma emergência!!!
A Terra, um lugar pra morar
Tem muita mata, muita chuva e tem ar
Espera só pra ver os leões,
As aves, os peixes e os imensos vulcões
Bicho gente está doente
Mata o mundo, mata gente
Parem as guerras
Deixe a Terra em paz!
Deixe a Terra em paz!
Deixe a Terra em paz!
A Terra, universo plural
A biodiversa estrutura que gira
Tem hora para o céu clarear
Comida pra todos, é um enorme quintal
Já! Salve a Terra Já!
Salve a Terra Já!
Já! Salve a Terra Já!
Salve a Terra Já!
“O planeta azul sendo exterminado”
A Terra, tem sua vida, seu ar
Um ar de planeta que quer sempre girar
A vida é o motivo que faz
Que faz com que a gente
Deixe a Terra em paz! “

Mulheres como a Cássia Eller

Estava ouvindo a Cássia Eller e fiquei pensando… como sinto falta de mulheres que tocam e cantam com a intensidade com a qual ela o fazia.

Nessas horas, lembro do Péricles Cavalcanti:

“Eu poderia ser um padre ou um dentista
Um arquiteto, um deputado, um jornalista
Eu poderia ser ator e me dar bem
Ser um poeta e fazer versos como ninguém

Eu poderia ser um general da banda
Uma modelo, um herói da propaganda
Eu poderia ser escravo do salário
Ser um banqueiro, um estilista do baralho

E não há nenhuma outra hipótese
que eu não considere
mas
o que eu queria mesmo ser
é a Cássia Eller

eu poderia ser um mágico ilusionista
um domador, um gigolô, um psicanalista
eu poderia ser um campeão de golf
de luta livre, de xadrez e do que quer que fosse

eu poderia ser um escritor na moda
de quem se fala muito mal
e ele nem se incomoda
eu poderia ser um alto funcionário
um balconista ou um bandido sanguinário

E não há nenhuma outra hipótese
que eu não considere
mas
o que eu queria mesmo ser
é a Cássia Eller

eu poderia ser um físico nuclear
um astronauta, um explorador do mar
eu poderia ser um rei do futebol
um vagabundo ou um professor de “scol”

eu poderia ser um grande cineasta
um detetive e ter segredos numa pasta
eu poderia ser um monge no Nepal
um jardineiro, um marinheiro etc. e tal

E não há nenhuma outra hipótese
que eu não considere
mas
o que eu queria mesmo ser
é a Cássia Eller”

Lançamento da coleção de livros Ser Protagonista – Português!!

É com muita satisfação que divulgo o lançamento da coleção Ser Protagonista – Português, da Edições SM, que faz parte do Programa Nacional do Livro Didático PNLD 2012 – Ensino Médio (1º ao 3º ano), da qual humildemente faço parte.

Meu texto publicado é uma carta de reclamação, divulgada em meu site há muito tempo atrás. Através da carta é possível aprender como organizar o discurso argumentativo de uma reclamatória, de maneira muito didática e simples.

Você pode ter acesso ao documento de apresentação da publicação clicando aqui e pode conferir o conteúdo. Minha publicação está no livro para o 1o. ano, unidade 15, capítulo 31.

Espero assim ter contribuído, mesmo que de maneira pequena, para o crescimento da humanidade. Que todas as criaturas possam se beneficiar.

Aos meus ex-alumni da turma de gestão empresarial do GA2, com quem tive discussões épicas sobre como resolver problemas, agradeço, pois nossas reuniões e debates foram decisivos para essa realização. Com carinho, muito obrigado a todos!

O rapaz de Cupertino consegue novamente…

Bastante envolvido com licenças médicas nos últimos tempos, o rapaz de Cupertino – Steve Jobs – conseguiu muitas proezas na sua vida. E ele fez novamente!

Primeiro, junto com Steve Wozniak, foi responsável por tornar os computadores algo realmente pessoal criando a Apple, mesmo que no Brasil não fosse possível ter um Apple naqueles tempos. Depois conseguiu uma estranha demissão na própria empresa que ele criou. Tem muita história sobre como isso aconteceu. A Apple amargurou durante um bom período até que resolveu comprar uma empresa pequena que fabricava um ótimo sistema operacional, a NeXT, que era justamente de Steve Jobs! E Steve veio “nos ativos” da compra, de volta para a Apple.

Depois disso o mundo mudou novamente! O rapaz de Cupertino resolveu mudar a forma com a qual as pessoas ouviam música criando o iPod + iTunes. Também acabou mudando a forma com a qual as gravadoras distribuem música e como os músicos devem se comportar para ganhar espaço. Parece que o Bon Jovi não gostou muito disso, mas enfim…

Matou o drive de disquete de 3″1/2… Ah, você não sabe o que é isso? ;-)

Depois matou o drive de CD-ROM e apostou em uma nova porta, chamada USB! Bom, agora você conhece!

Mas ele ainda achava o mundo um lugar chato e resolveu que o futuro estava em um novo sistema operacional para sua nova concepção de mundo e desenvolveu o Mac OS X, hoje com várias versões de felinos à solta!

Mas o sujeito ainda não estava feliz e no meio disso tudo resolveu que a plataforma PowerPC (os processadores que equipavam os Macs) estava ultrapassada e quebrou seu acordo de anos com o mundo da IBM-Motorola e pasmem, passou a utilizar processadores da Intel. E todos puderam sorrir novamente com toda uma transição de aplicativos para a nova plataforma. Claro, no inicio alguns sorriram torto… mas as coisas se ajeitaram.

Veio também uma nova tecnologia de baterias, que permitem um número maior de ciclos de recarga, algo desejável no mundo portátil, visto que as baterias até então possuiam em torno de 300 ciclos, o que significava em torno de um a dois anos de uso e depois lixo.

Tá. Mas a Terra gira e algumas licenças de saúde depois…

Lá vem o rapaz de Cupertino de novo, encrencando com o fato de que notebooks possuem muitas partes e resolveu mostrar o “unibody”, um processo de desenvolvimento de partes esculpidas em blocos de alumínio… Jonathan Ive, o garoto de ouro do design ajudou.

E ele fez novamente: resolveu que não havia mais espaço para um pesado e volumoso leitor de discos óticos – leia-se CD ou DVD – e matou o leitor! Novamente as pessoas fizeram uma cara feia do tamanho do monte Everest. Nesse momento ele teve uma pequena ajuda de uma outra empresa, bem menos bacana, chamada Asus: esses caras resolveram que as pessoas precisavam muito de “netbooks” e inventou a cada semana um modelo novo de pequenos notebook’s, também sem o leitor ótico, cujo objetivo era estar conectado à internet o tempo todo e, talvez pelo fato de que as pessoas pudessem baixar seus programas da internet ou usar serviços de armazenamento em núvem (“cloud computing”), também não acharam que o leitor faria muita diferença. E ninguém reclamou da Asus…

Onde eu estou querendo chegar? Calma… pois ele ainda resolveu que os “smartphones” existentes não eram tão “espertos” assim e criou a demanda por algo chamado iPhone, um produtinho que não tinha todos os recursos de outros “smartphones” da época, mas que tinha a tal “touchscreeen” que, em conjunto com seu sistema operacional simples e intuitivo, quebrou as pernas da vendedora do N95 e obrigou o Google a criar o Android… ou quase isso.

Depois disso ele relançou o MacBook Air, ainda menor e com um disco SSD ainda mais bacana, um brinquedinho “hype” desenvolvido pela Toshiba! É… o novo Blade X-gale não se parece em nada com aquele HD padrão que você utiliza!

Ele ainda consegue pegar a nova interface “Light Peak”, desenvolvida pela Intel, e – depois de renomeá-la para “Thunderbolt” – a coloca em seus atualizados MacBook Pro. Se a USB parecia lenta e a Firewire seria o futuro… já era!

Tá. Ainda não te convenci?!

Então estava eu fazendo limpeza nas minhas gavetas quando encontrei meus CD’s de instalação de sistema operacional e drivers do PC. Sim, uso um laptop PC comum, desses da “Hell”. Ele é feio, pesado, básico e pelo menos ainda não é “black piano”.

Houve um tempo em que você recebia um CD para reinstalar seus softwares, caso o pior viesse a acontecer. Depois o CD ficou meio pequeno e passaram a distribuir DVD’s. Algumas empresas forneciam os discos originais. Outras, como a HP, forneciam um CD de restauração, que recriava o ambiente original de fábrica. Houve depois aquelas que resolveram não mandar mais nada disso e criaram partições de restauração no próprio disco rígido, coisa que acho meio devastadora, pois se o disco apresentar defeito, sua reinstalação já era! Tá… podia gravar CD’s ou DVD’s, mas convenhamos que somente os mais precavidos faziam isso. Usuários comuns não são tão ávidos por backup’s.

Então ele fez novamente! O rapaz de Cupertino resolveu que enviar um DVD de restauração em um MacBook Air, que não possuia um leitor de DVD, não fazia o menor sentido. Agora, os novos MacBook Air trazem consigo uma memória USB de 8Gb contendo a restauração do sistema. Mais confiável, menor, e claro, BACANA novamente!

MacBook USB restore

Veja mais em: Notcot.

E por enquanto ele está de licença médica…

Mais sobre reações nucleares…

Agora, para leigos:

Energia limpa? Fala sério…

Novamente o mundo está preocupado com a energia nuclear após o acidente ocorrido no Japão. Analisando a quantidade de reatores nucleares distribuídos pela Europa e EUA, o mundo deveria realmente estar em pânico!

Pensem bem:

Pegamos um elemento químico perigoso, por exemplo, o urânio e quebramos o núcleo atômico desse elemento. Chamamos isso de fissão nuclear. O resultado é energia, radiação e mais dois elementos químicos, normalmente tão perigosos quanto o urânio, por exemplo, o Bário.

Esse tal de Urânio pode ser um dos “combustíveis” das usinas nucleares e deve ser controlado, pois uma vez iniciado o processo de fissão, o mesmo parece ser mais instável que o pior dos indivíduos que sofrem de transtorno bipolar do humor! A energia liberada pela fissão de um núcleo atinge os demais núcleos vizinhos e o processo de liberação de energia se transforma em calor.

Se o calor for demasiado o núcleo do reator – onde ocorre a fissão – pode vir a derreter, o que causa o colapso do reator. Para que isso não ocorra, o reator deve ser constantemente refrigerado e o vapor liberado pela refrigeração é utilizado para mover as turbinas que geram eletricidade.

Isso nos traz de volta à revolução industrial, ocorrida em meados do século XVIII, justamente quando as máquinas a vapor passaram a substituir os homens nas empresas. Oras, produzimos vapor no século XVIII sem usinas nucleares. Afinal, por que precisamos utilizar um processo tão perigoso para produzir vapor?

Mas ela é mais limpa! A onda do “ecologicamente correto” trouxe as usinas nucleares à tona, pois o resíduo emitido em situações normais de operação é menor que uma termoelétrica, por exemplo. Certo, mas e quando as coisas dão errado? Usinas termoelétricas, se não alimentadas, somente não geram energia. Hidroelétricas, caso tenham que fechar as comportas dos geradores, somente não geram energia (entendendo-se que obviamente os reservatórios não transbordem ou as barragens não se rompam).

Mas parece claro que o custo de apenas 1 acidente em usina nuclear é suficientemente alto para mostrar que não há nada de “limpo” ou “verde” nessa iniciativa.

Penso que possamos aproveitar a capacidade de gerar metano a partir de dos nossos gigantescos lixões! Ou ainda explorar mais a energia solar e eólica. Uma combinação de vários processos que podem trazer muito mais benefício que um único acidente nuclear é capaz de provocar.

Por mim, que se fechem as Angras dos Reis… o que me lembra do nosso poeta morto, Renato Russo…


"Vamos brincar perto da usina
Deixa pra lá, a angra é dos reis
Porque se explicar se não existe perigo?"

Se você quiser saber mais, tem um link sério: Nuclear meltdown

UPDATE a tempo: o Nagano, do Ztop.Zumo encontrou uma bela animação para que as crianças japonesas possam entender o problema, mas acho que serve também para os adultos!

Novo Hamburgo, minha cidade, meu lar…

Não… Não venham todos… não venham ver como ficou o meu lugar, as praças só são verde de mato e – floridas – não esse lugar não há (em menção à canção de Délcio Tavares, que tornou-se o Hino de Novo Hamburgo).

Sempre fui apartidário. Optei por ser assim. Nas eleições – sempre que possível – escolhi propostas e não partidos ou pessoas.

Mas tenho que ser realista ao dizer que na última eleição eu errei. Sei que o voto é secreto, mas não tenho medo de dizer que errei. Escolhi e fui infeliz. Mas mais do que votar, importante mesmo é lembrar e corrigir o erro.

Assim, aproveito para postar o link do vereador Raul Cassel, retratando o abandono da nossa cidade.

Steve Jobs, Apple…

E serei sincero ao dizer que não me surpreenderia se Eric Schmidt fosse indicado para CEO da Apple.