E quem diria… ser um especialista pode trazer problemas!
Parte das redes de fast foods realizam o atendimento de forma bastante especializada: existe uma pessoa super treinada para apenas uma atividade. E ela não pensa! Certo, me chame de trágico, mas a maior parte dos funcionários de fast food’s da praça de alimentação do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre / RS não foi feita para pensar e agir de forma ativa.
Normalmente a lista de especialização é a que segue:
- Um funcionário que apenas preenche seu pedido em uma comanda;
- Um funcionário cobra (caixa);
- Um ou mais funcionários preparam seu prato (enquato…);
- Um funcionário coloca a “montagem”, um jogo americano com talheres;
- Um funcionário lhe traz o refrigerante;
- E um último funcionário – com alguma sorte – lhe traz o prato correto!
O problema reside se, em algum momento no meio dessa equação sequencial, houver um erro!
Você descobre que pode, entre várias alternativas:
- Receber o pedido errado;
- Receber o prato certo, antes da “montagem”, ficando sem os talheres para comer
- Receber o prato certo, junto com um par de garfos, algo muito útil…
- Receber o prato errado e o refrigerante certo;
- Receber o refrigerante certo, o prato certo e ficar sem guardanapos, mas com garfo e faca!
- Receber tudo certo e descobrir que a montagem do prato difere ligeiramente do cardápio, bem como de uma semana para outra.
E a lista de erros é enorme e aqui não é exaustiva, por falta de paciência.
O fato é que os funcionários especialistas somente executam uma única atividade. Faça uma experiência: interrompa o cara que lhe traz a bebida e peça para ele algum detalhe, como um tempero ou algo diferente… já era!
O pior é descobrir, por um funcionário especialista em tratar com o cliente, que o prato que você pediu não pode ser servido porque um dos ingredientes não está à disposição! Oras, por que o atendente registrou o pedido e o caixa cobrou?
Pois é…
